Consumo
Consequências para a saúde
Indústria do Tabaco
As empresas internacionais de tabaco dominam o mercado de cigarros no México, detendo uma participação de quase 99%. Em 2008, a Cigarros la Tabacalera Mexicana, subsidiária da Philip Morris International, detinha uma participação de mercado de 65%. Em seguida vinham a British American Tobacco (23%) e a Japan Tobacco (10%). Em 2008, mais de 35 bilhões de cigarros foram vendidos no México.
Status da FCTC
O México aprovou a Convenção-Quadro para Controle do Fumo da OMS no dia 28 de maio de 2004.
Ambientes antifumo: O México aprovou uma lei nacional antifumo em 2008; contudo, a lei permite a criação de áreas específicas para fumo. O México tem uma proibição nacional sobre o fumo em estabelecimentos educacionais primários e secundários. Jurisdições subnacionais têm autoridade para aprovar leis antifumo mais rigorosas (mas não mais brandas) que as leis nacionais. Em 2008, a Cidade do México proibiu o fumo em locais de trabalho e locais públicos fechados, incluindo restaurantes e bares.
Publicidade, promoção e patrocínio:
A propaganda de tabaco é proibida na TV, na rádio e em revistas voltadas a crianças. O patrocínio e a livre distribuição de tabaco também são proibidos. Contudo, a publicidade ainda é permitida em pontos de vendas, na Internet e em publicações para adultos.
Advertências: Atualmente, rótulos de advertência contendo apenas texto cobrem 25% de uma das laterais das embalagens. A lei de 2008 do México exige que advertências gráficas cubram 30% da frente (com imagens) e 100% do verso (com texto apenas) das embalagens de cigarros. A implementação ocorrerá no outono de 2010.
Impostos sobre o tabaco: Os cigarros são baratos no México comparados a outros países de renda média-alta. Os impostos sobre o tabaco no México estão abaixo do valor recomendado pelo Banco Mundial (de 65% a 80% do preço de varejo) que costuma ser aplicado em países com políticas de controle eficazes para o tabaco.
Atualizado em: Junho de 2010