As campanhas de educação pública são um componente vital de um programa de prevenção e abandono do tabagismo, pois podem influenciar tanto comportamentos individuais quanto políticas públicas.
Quando planejadas estrategicamente e bem executadas, as campanhas de educação pública podem mudar atitudes individuais e normas comunitárias referentes a aceitação do uso de tabaco, exposição passiva ao fumo e práticas da indústria do tabaco.
À medida que atitudes e normas mudam, os comportamentos podem mudar também, e, como resultado, menos jovens começam a fumar, mais fumantes abandonam o cigarro, e menos pessoas passam a fumar ao lado de não-fumantes. À medida que atitudes e normas mudam, o ambiente também se torna mais favorável para mudanças em políticas de controle do tabagismo, como leis de proibição do fumo em locais de trabalho, aumento dos impostos sobre o tabaco, anúncios publicitários, rótulos de advertência mais fortes nas embalagens de cigarro, e serviços e tratamentos para ajudar os fumantes a abandonar o cigarro.
Num mundo ideal, as campanhas de educação pública seriam implementadas dentro do contexto de um programa abrangente de controle do tabagismo. Contudo, a experiência tem mostrado que as campanhas, por si sós, podem ser eficazes como um primeiro passo para influenciar as atitudes e crenças públicas sobre o uso do tabaco, e fazer com que as pessoas fiquem conseqüentemente mais abertas a outras intervenções de controle do tabagismo.
As campanhas de educação pública devem fazer uso de múltiplos canais para atingir seu(s) público(s)-alvo com mensagens corroboradas por evidências. A fim de atingir o público-alvo de forma eficaz, a campanha deve ser composta de: